Regina Vaz
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História
 

Eu, Regina Vaz, uma mulher movida a paíxão!

 

Origem:

Nasci em Garça, no interior do estado de São Paulo.

 

Minha família é composta por várias pessoas com características e personalidades bem diferentes um do outro.

 

 Em sua infância eu gostava de coisas diferentes. Enquanto as meninas brincavam de boneca eu ia andar de carrinho de rolimã, brincar de polícia e ladrão, subir em árvore e correr de bicicleta. Achava mais emocionante e desafiador.

 

Aprendi desde cedo o que orna (combina) e o que não orna.

 

Sem voz ativa, vim para São Paulo com 7 anos de idade, com meus pais e meus dois irmãos. Esta cidade de pedra assustou-me muito, pois não tinha mais a jabuticabeira no quintal, que floria todo ano e dava frutos deliciosos,e o Foguete, nosso cachorro brincalhão, não veio conosco.

 

Aqui, ensinaram-me a ter medo. Tínhamos de tomar cuidado com tudo e com todos.

 

A escola:

Estudei no Colégio Pioneiro, de cultura japonesa, onde aprendi a respeitar a cultura e o modo de viver do outro, sabendo que o fato de alguém ser diferente de mim não significa que sejam melhores, nem piores, mas simplesmente, diferente.

do meu modo de ser. A disputa e vontade de vencer sempre foram muito forte dentro do meu ser. Com essa forma de perceber as coisas, minha intuição parecia aflorar mais no cotidiano.

 

Na escola eu jogava handball: no primeiro tempo eu jogava na linha e no segundo no gol. O chute a gol era dado com muita determinação, garra, raça e vontade de vencer. O empate não era suficiente.

 

No colegial decidi fazer serviço social como opção de profissão. Meu objetivo era orientar as pessoas a encontrar soluções para os problemas que as afligiam, que as impediam de ver o melhor caminho. Foram quatro anos de muito estudo, dedicação e carinho. Encontrei pelo caminho pessoas que realmente gostavam do que faziam, como encontrei muitos profissionais amargos, não somente com suas profissões, mas com suas  próprias vidas.

 

Primeira Experiência Profissional:

Quando fiz estágio no Pronto Socorro Municipal Jabaquara, conheci um médico legista. Muito curiosa fui conversar com ele e querer saber o que o motivava a abrir todo dia um cadáver? Ele me respondeu: “Primeiro o paciente não reclama. Segundo resolvo muitos casos de polícia (assassinato, homicídio). Terceiro, ajudo na busca de curas para doenças e diagnósticos”. “Cada caso resolvido me sinto um vitorioso”.

 

Não tive dúvidas: cada pessoa tem que fazer, trabalhar, naquilo que realmente gosta e que tenha prazer.

 

Carreira:

Em seguida, trabalhei na Delegacia da Mulher, SOS Menor e na Prefeitura de Garça durante dois anos. Atendia casais com problemas de relacionamento fazia orientações. Ministrava palestras sobre: orientações sexuais, educação infantil, vida de casada, como superar as dificuldades a dois.

 

Em São Paulo, decidi que queria trabalhar em uma profissão que pudesse interferir no resultado. Passar a experiência adquirida para as outras pessoas e principalmente fazer a diferença.

 

Na editora de Revista Noivas e Noivos, convivi com o lado da fantasia no casamento. Ali despertou em mim o sentimento real de minha profissão: entender o relacionamento afetivo entre homem e mulher.

 

Na Xerox do Brasil e fiquei seis anos. Percebi que a venda era uma coisa maravilhosa, complexa, mágica e energizante. Com um argumento bem feito e técnico, podia vender algo a quase todas as pessoas.

 

Então, apaixonei-me pela venda!  Nunca tinha tido tanto prazer de fazer uma coisa: além de gostar, estava feliz no que fazia. Conversava com todos os tipos de pessoas.  Nada me impedia de alcançar os meus objetivos nem a chuva, nem em bairro mal cheiroso e em todo lugar havia um cliente em potencial para comprar uma máquina.
 

Posteriormente, passei para uma grande empresa, de granitos e mármores, Grupo Moredo. As pedras duras não enrijeceram o meu coração. Cada dia, eu tinha que entender que tal como as pessoas nenhuma pedra é igual à outra. A diferença é que a pedra depende da natureza e a pessoa faz a diferença na natureza.

 

Várias vezes busquei novos desafios, novas metas a serem alcançadas, novos horizontes. Como uma pessoa arrojada, determinada, eu ia atrás de meus objetivos. Nada nem nunca para mim as coisas foram fáceis. Por mais que sempre colegas comentavam que eu não tinha problema, que tinha dinheiro, muita sorte, muita ajuda, muitas pessoas influentes ....e muito isso  e muito aquilo. Em uma coisa eles acertaram: eu tinha e tenho muita vontade e energia! Deixei de me incomodar com essas piadas insinuantes de gente  ciumentas, invejosas e incapazes.

 

Sempre me vi como águia destinada a vôos cada vez mais altos.

 

Um dos grandes desafios profissional foi a OESP Mídia, do Grupo Estado.  Lá conheci pessoas que moram no meu coração até hoje! Como também pessoas que passaram pela minha vida e não deixaram saudades.  Entendo que isso faz parte da vida!

 

Fui aprendendo que a disputa e inveja existem no mercado profissional com pessoas adultas. Senti isso na pele. Da mesma forma que descobri que nem sempre o bem vence e nem sempre o melhor profissional é promovido.

 

Como todo ser humano, eu também, às vezes sinto medo, mas isso nunca foi capaz de me paralisar. Quando a depressão ameaça aparecer, sei que existe no fundo do meu poço uma mola enorme e que eu não ficarei por lá bato o pé e rapidamente volto à superfície. Acredito muito na minha vontade de enfrentar o novo e o desconhecido.

 

 Adoro conviver e conversar com as pessoas e quanto mais eu as ajudo mais me sinto recompensadas.

 

Vivo como se estivesse em uma corrida de obstáculos. E muitas vezes eu mesma fui o maior deles. Em outras dei munição para o inimigo, ele atirava em mim e eu me perguntava: “porquê o municiei?” Cada queda doía muito. As lágrimas escorriam, mas não me deixavam cega nem me faziam desistir.

 

Se uma pessoa pode, eu posso e você também pode!

 

Sempre pensei dessa forma. Sou sim uma mulher motivada por paixão. Acredito que é mais prazeroso realizar uma tarefa quando gostamos dela.

 

Hoje tenho uma empresa Consulte Brasil Consultoria e Treinamento. Meu objetivo maior é transmitir meus conhecimentos, a paixão que me move e os sonhos que tenho. Colaborando para que as outras pessoas encontrem a paixão dentro de si, conhecem seus sonhos e, assim possam crescer pessoal e profissionalmente e contribuir para o crescimento das organizações que as empregam.

 

O caminho se faz no caminhar! Eu escolhi é caminhar com paixão, com muita paixão!



     
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