Depoimentos sobre Regina Vaz:
Pai Alfredo:
Meu pai certa vez me escreveu:
Minha maravilhosa filha,
Gostei muito de seu artigo, também gostei do seu lindo e descontraído sorriso.De uma coisa não tenho dúvidas: o dia em que sua extraordinária capacidade de idéias que você vêm plantando começarem a se transformar em realizações, aí sim, não precisarei mais me preocupar com a minha velhice.
Você, foi uma pequena grande menina, que com seus cinco anos partiu para sua primeira e grande ousadia na vida. A cadeirinha não sei que fim teve provavelmente os anos se incumbiram de destruí-la, porém sua conquistadora, felizmente continua impávida a desafiar os obstáculos que a vida lhe impõe!
Continue assim!
Beijos,
(seu admirador), papai 23/06/05.
Mãe, Laura:
Muitas vezes eu perguntava à minha mãe, uma mulher de “sangue espanhol”, uma das pessoas mais cultas que conheço, de uma garra inigualável e que transpõe seus objetivos pessoais pela família: “Mãe posso voar? “ E ela na sua sabedoria, me dando todo o apoio e retaguarda necessários, me respondia: “ Filha se você tentar, se você quiser e determinar que pode, com certeza poderá !!!!
Irmã Raquel:
Minha irmã com seu grande carinho e com um coração enorme tenta me “segurar” até hoje: “Rê, pode voar o quanto quiser, mas não tire os pés do chão”.
Realmente se sonhar for pecado considero-me uma pecadora. Continuo a sonhar alto, porém, com cabeça nas estrelas e os pés nos chão!!
Irmão Renato:
Meu irmão fala até hoje: “A Regina é um ser indomável!”
Supervisor Jairo:
Em cada empresa eu ouvia um gracejo. Na Xerox: me disseram: Ah, se eu tivesse esses cabelos e essa altura, até eu vendia!”
No começo isso me incomodava muito. Meu grande supervisor de vendas, Jairo, me ensinou: “Quanto mais na frente na fila você estiver mais vão ter pessoas para chutar o seu traseiro. O último da fila não incomoda ninguém!”.
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